E, no prelúdio do ato, ela hesitou por um instante de segundo. Os dedos que deslizavam por planícies tranquilas se enrijeceram. Pensou sim que queria que o toque de minhas mãos ajudasse-a a apagar o calor que outrora foi ali depositado. Havia compaixão em sua reflexão egoísta. Portanto, não era de todo inválida. Eu sabia e não sabia.
Ansiava por palavras para não ser aos poucos tragado por um vórtice de solidão, mas estas nunca foram proferidas.
O intervalo terminou.
Maldito pulsar de eterno retorno que explora minhas fraquezas e não me deixa ser feliz.


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